O mercado brasileiro de suplementos esportivos foi surpreendido por um movimento que poucos previram e quase ninguém esperava nessa magnitude. A Max Titanium decidiu mudar radicalmente sua postura estratégica e partiu para uma ofensiva agressiva na contratação de atletas e influenciadores historicamente associados à Growth Supplements.
Mais do que uma simples troca de patrocinadores, o que está em jogo é uma mudança de patamar financeiro e simbólico no marketing esportivo nacional. Segundo informações que circulam nos bastidores do setor, os valores oferecidos pela Max Titanium atingem cifras inéditas no fitness brasileiro e já estão sendo comparados a contratos de esportes profissionais de alto rendimento.
⸻
Salários que chocam o mercado e redefinem o jogo
As especulações sobre a ida dos atletas está rolando, bem como de seus salários.
Fábio Giga já confirmou o desligamento da Growth.
Os valores pagos chamaram atenção imediata de empresários, executivos e especialistas em marketing:
• Bitelo estaria recebendo cerca de R$ 380 mil por mês;
• Giga teria um salário estimado na casa dos R$ 200 mil mensais;
• e tudo leva a crer que Leo Stronda, um dos nomes mais reconhecidos do fitness nacional, também estaria em rota avançada para integrar o time da Max.
Caso esses números se confirmem, eles redefinem completamente o teto de investimento em influência no setor, criando um novo parâmetro para contratos, negociações futuras e valorização de imagem.
⸻
O espanto não é pelos nomes — é pela estratégia
É importante separar as coisas. Nenhum especialista questiona o valor individual dos atletas contratados. O choque do mercado está concentrado em outro ponto: a escolha estratégica da Max Titanium.
Fontes do setor avaliam que a empresa enfrenta desafios que vão além de visibilidade e awareness. Entre os pontos mais citados estão:
• necessidade de profunda reestruturação interna,
• ajustes operacionais e logísticos,
• reposicionamento de portfólio,
• diferenciação real frente à concorrência,
• investimentos em inovação e experiência do consumidor.
Diante desse cenário, muitos se perguntam:
Por que priorizar contratos milionários de imagem antes de resolver gargalos estruturais do negócio?
Essa pergunta tem dividido o mercado e alimentado uma das discussões mais intensas dos últimos anos no segmento.
⸻
Uma aposta de alto risco — e alto impacto
O movimento da Max Titanium deixa claro que a empresa escolheu uma estratégia de choque. A lógica parece ser dominar a narrativa, ocupar o centro das conversas e reposicionar sua marca rapidamente no imaginário do consumidor.
É uma aposta legítima, porém arriscada. Para se justificar financeiramente, essa estratégia exige:
• aumento real e mensurável de vendas,
• crescimento consistente de market share,
• e fortalecimento duradouro da marca — não apenas picos momentâneos de atenção.
Caso contrário, o investimento pode ser visto como marketing de alto custo com retorno incerto, algo que o setor observa com atenção redobrada.
⸻
Defender os contratados não é opção — é obrigação
Se existe um ponto que precisa ser tratado com clareza absoluta é este:
os atletas e influenciadores não podem ser alvo de críticas.
Muito pelo contrário.
Bitelo, Giga e Leo Stronda construíram marcas pessoais extremamente sólidas, com audiência real, engajamento comprovado e capacidade clara de influenciar decisões de compra. Eles entregam:
• visibilidade massiva,
• conexão emocional com o público,
• credibilidade dentro do nicho,
• e poder direto de conversão.
Se o mercado oferece contratos nesse nível, isso não é exagero, é precificação de marca pessoal. O profissional não cria a oferta — ele avalia. Aceitar uma proposta desse porte é uma decisão estratégica, racional e absolutamente legítima.
⸻
Growth perde nomes, mas mantém identidade
A movimentação da Max também levanta questionamentos sobre a Growth Supplements. No entanto, analistas ponderam que a possível saída desses nomes não compromete o modelo da empresa.
A Growth construiu sua reputação baseada em:
• preços competitivos,
• comunicação técnica e direta,
• foco em produto,
• e uma base de consumidores altamente fiel.
O que se vê agora não é uma vitória ou derrota clara, mas dois modelos estratégicos radicalmente diferentes colidindo no mesmo mercado.
⸻
Reposicionamento ousado ou cortina de fumaça?
A grande polêmica permanece aberta.
A Max Titanium está:
• realizando um reposicionamento ousado e disruptivo?
• tentando acelerar crescimento enquanto ajusta a casa internamente?
• ou apostando tudo em marketing de impacto imediato?
Ainda não há resposta definitiva. O que existe é um mercado atento, concorrentes recalculando rotas e atletas passando a enxergar um novo patamar de valorização profissional.
⸻
Conclusão: o mercado mudou — e não há volta
Independentemente do desfecho, uma coisa é inegável:
o mercado brasileiro de suplementos acaba de mudar de nível.
A Max Titanium forçou todo o setor a repensar:
• quanto vale um influenciador de verdade,
• até onde vai o investimento em imagem,
• e qual é o equilíbrio entre marketing agressivo e estrutura sólida.
Se a aposta vai se provar visionária ou precipitada, só o tempo dirá.
Mas o impacto já aconteceu — e ele é profundo.


