O Brasil é referência mundial na categoria Wellness. Em 2025, oito atletas chegaram fortíssimas na disputa, mas, por critérios de julgamento e regras de classificação, ficaram de fora do Olympia. O detalhe é que elas mereciam estar lá: mostraram físico, evolução e presença de palco dignos da maior competição do mundo.
As estrelas que ficaram de fora

Narla Villar (@narlavilar)
- 🥈 2º lugar no Sin City Showdown Pro (Las Vegas, 2025)
- 🥉 3º lugar no Southern California Pro (2025)
- 🥉 3º lugar no Sur Pro Argentina (2025)

Viviane Marcucci (@vivianemarcucci)
- 🥈 2º lugar no Pro Áustria (2024)
- 🥈 2º lugar no Muscle Contest Brasil (2024)
- 🥈 2º lugar no Olympia Amateur (2024)
- 🥈 2º lugar em competições nacionais (Brasil, 2024)*

Julia Caceres (@jucacerespro)
- 🥉 3º lugar no Muscle Contest Brasil (2025)
- 7º lugar no Sur Pro Argentina (2025)
➡️ Feedback dos árbitros: melhorar poses, desfile e pernas de costas.

Marcela Mattos (@marcelamattos_ifbbpro)
- Presença entre finalistas em Muscle Contest Brasil 2025 e outros eventos do circuito Pro

Valeria Badonese (@valeriabadonese_ifbbpro)
- 🥈 2º lugar no Pro Itália (2025)
- 🥉 3º lugar no Pro Alemanha (2025)

Franciele Kawashima (@frankawashima)
- Destaques em competições nacionais e internacionais, presença entre finalistas da Wellness Pro

Jessica Oliveira (@jessicaolliveirapro)
- Evolução consistente em 2025, presença entre finalistas no circuito Pro

Camila Rodrigues (@camilarodrigues_ifbbpro)
- Tentou a vaga em Reno Pro 2025
- Tentou a vaga em Miami Pro 2025
Apesar do esforço e boa preparação, não conseguiu a classificação. Sua determinação e físico chamaram atenção, deixando claro que pode surpreender em 2026.
Fechamento
O que fica claro é que essas nove atletas brasileiras — @narlavilar, @vivianemarcucci, @jucacerespro, @marcelamattos_ifbbpro, @valeriabadonese_ifbbpro, @frankawashima, @jessicaolliveirapro e @camilarodrigues_ifbbpro — já provaram ter nível de Olympia. Suas conquistas em 2024 e 2025 mostram que o Brasil segue forte como celeiro da categoria Wellness, revelando talentos capazes de brilhar no maior palco do fisiculturismo mundial.
Mas você pode pensar: “se elas não ganharam, é porque não estavam à altura da competição.”
Na prática, não foi bem assim. Todas estavam preparadas, com físico competitivo e reais chances de classificação. O que pode ter feito a diferença foram fatores como:
- Escolha do show errado: em alguns eventos, a concorrência é muito mais dura, com line-ups pesadíssimos.
- Erro na finalização: detalhes de hidratação, carga de carboidrato ou estratégia de pico podem afetar o resultado no dia.
- Estratégia de calendário: competir demais (chegando cansada) ou competir pouco (faltando visibilidade para os árbitros).
- Subjetividade do julgamento: pequenos detalhes de poses, presença de palco ou condicionamento podem mudar posições.
- Logística e fatores externos: viagens longas, fuso horário, adaptação e até pressões psicológicas podem impactar.
Agora, a expectativa se volta para 2026. A partir de 15 de setembro de 2025, a IFBB alterou as regras de qualificação: para garantir vaga no Olympia, o atleta precisará vencer duas competições no circuito profissional ou, caso não consiga, acumular a maior pontuação possível nas provas em que competir.
Isso aumenta ainda mais o desafio, mas também abre espaço para quem tem consistência, disciplina e estratégia. E se existe algo que essas atletas já provaram é que não lhes faltam garra, determinação e físico para chegar lá.
O Muscle Show deseja boa sorte a todas em 2026 — que seja o ano em que essas guerreiras finalmente conquistem o espaço que merecem no Olympia.


